Queremos forças revolucionárias de esquerda no Parlamento

Luís Amado, conquanto acumule no seu bolso uns milhões de euros desviados do erário público, é um indigente intelectual. Em plena Revolução Russa, quando um respeitável liberal, mais ou menos como Amado, censurava os bolcheviques por se terem acantonado na extrema-esquerda do regime, alienando-se assim dos sentimentos das massas revolucionárias, Lenine respondia-lhe: “Está muito enganado. As massas estão muito à esquerda dos próprios bolcheviques”.

É o mesmo para o nosso país. Sectores maioritários das classes exploradas estão muito à esquerda de PCP e BE. Houvesse uma força revolucionária com influência de massas, no Parlamento e fora dele, que desse expressão política à revolta social, e toupeiras da estirpe de Luís Amado estariam exiladas, num banco dos réus ou, no mínimo dos mínimos, afastadas de qualquer espaço de poder. Quiçá, um dia o destino pregue uma partida a Luís Amado e outros agiotas que lucram com a miséria generalizada. Quiçá, um dia a única coisa que separe Amado, Ulrich ou Salgado de uma multidão amotinada em torno de um ameaçador cadafalso, seja precisamente um partido revolucionário.

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