Ora, parece que uma pessoa foi presa por mandar o “nosso” presidente ir trabalhar.
Melhor assim do que chamar-lhe palhaço. Porque ser palhaço é uma profissão que dá trabalho, e bastante. E como eu respeito a capacidade que algumas pessoas têm (e os palhaços, por definição) de roubar sorrisos a quem está mal disposto.
Ora, o “nosso” presidente não têm essa capacidade. Arranca-nos esgares, é certo. Mas de asco, indignação e desespero pelo rumo que não trava num país que, infelizmente, o elegeu como máxima figura. Já com mandá-lo trabalhar concordo. E parece-me também que é subjectiva esta coisa da ofensa. Se é opinião de um que o outro não trabalha, então que o diga. Sobretudo quando o segundo é funcionário do primeiro. Ou não é assim? Para mim, é.
Insulto maior do que mandar alguém trabalhar é comer pão de ló e pedir à ralé que se contente com a carcaça de
anteontem. Se o mundo fosse perfeito, havia muito boa gente com calotes de 1300€. Do “nosso” presidente.