Pensáveis que a resistência iria ser um mar de rosas?

Acabou a época dos beijos e abraços aos polícias. Em pleno século XXI, no sul desta desonrada Europa, a Kalashnikov continua a ser um instrumento de libertação nacional. Enquanto os serventuários de Berlim aprovam no parlamento grego um agravamento da taxação dos rendimentos dos trabalhadores, simultaneamente a um alívio fiscal nos recheados cofres dos mais opulentos, a resistência grega ao saque troikista agudiza-se. Ao cuidado não só dos capatazes de Bruxelas, cujos pescoços já estiveram mais seguros, mas, também, aos ardinas do pacifismo no campo da resistência.

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