Ai, sei lá, o Henrique Raposo é um parolo

Daniel, o nosso Henrique (salvo seja!) não é somente um otário. Com este texto, o retrato completa-se: estamos perante um parolo rebarbado, um cobarde sem respeito por nada nem ninguém, que consegue articular mais de três palavras numa oração mal-amanhada. E estou a ser bastante brando na adjectivação. Pergunto-me se há realmente alguém que leva este mentecapto a sério ou se ele apenas se mantém no Expresso porque há ociosos como eu próprio que perdem tempo a ler este grande monte de dejectos bovinos pontuado aqui e acolá com um pedantismo pseudo-intelectual nauseabundo.

Há os que escrevem sobre a sensualidade feminina de uma forma apimentada e livre de moralismos hipócritas, e há os que pensam que podem escrever um texto grosseiro sobre “maminhas” ou o “poder entesoador” dos atributos físicos da mulher de meia-idade, desde que recorram entrementes a expressões pretensiosas como “rigor kantiano” para disfarçar a sua própria boçalidade.

Vai estudar, ó Raposo!

2 thoughts on “Ai, sei lá, o Henrique Raposo é um parolo

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