Quando brotará a semente esquecida num campo de jardim?

Não é o tanto o mar, mas a terra que me separa de Portugal. Mas as léguas de distância permanecem. Estou contente, e, tal como o Chico Buarque, guardo um cravo para mim. Fico contente, não somente pelo 25 de Abril ser a festa da democracia e da liberdade, cuja relevância se realça de modo particular numa época em que todas as conquistas de então são postas em causa pela mesma classe de gente que nos privou de voz durante 48 anos. Satisfaz-me sobretudo a leve noção que cada vez mais pessoas se inteiram que um novo 25 de Abril é necessário.

Porém, inevitavelmente, estou carente, mas, como em tantas outras ocasiões, os meus pensamentos estão em Portugal,  na Utopia que é a minha Pátria, e não consigo descrever o quanto desejaria juntar a minha voz e o meu punho cerrado às centenas de milhar de resistentes que hoje desfilarão pelas conquistas da Revolução.

25 de Abril Sempre, fascismo nunca mais!!

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