Enquanto há força no braço que vinga…

Não é minha intenção redigir uma pesada homenagem ao José Afonso no aniversário da sua morte. Não quero correr o risco, ao qual outros preferem não fugir, de compor uma eulogia frívola, carregada de lugares-comuns e palavras vazias. Para ser sincero, não saberia como prestar homenagem ao homem e ao papel que a sua música tomou em determinada etapa histórica de Portugal. Prefiro partilhar tão-somente uma das muitas composições que me faz sorrir e acreditar que um dia conseguiremos conquistar um país, uma Europa e um mundo melhor. Ainda há força e talvez seja agora que vamos lá, Zeca…

P.S: Como bom plebeu e, inclusivamente, adepto da laocracia, não tenho qualquer prurido em chamar Zeca ao Zeca. Há várias formas de intimidade. 

2 thoughts on “Enquanto há força no braço que vinga…

  1. Apenas notei alguma falsa modéstia no post do Rui Bebiano, para ser honesto. Isto, além de me parecer que existe no seu texto uma certa carga negativa na categorização de “plebeu”. Talvez esteja errado e seja apenas impressão minha.

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