E esta, hein?

Em Madrid, há alguns que se recusam a pagar a conta da opulência do advogado-mor de pedófilos e dos quadrúmanos mais conservadores do culto católico. Curiosamente, são os primeiros o objecto de pancada da polícia. Como de hábito nesta monarquia parida pelo franquismo, a liberdade religiosa, que inclui naturalmente a recusa dos privilégios da máfia católica, esbarra com a preeminência desta instituição cujas mãos estão sujas de sangue espanhol (e não só).

Tive a sorte de estar ausente do país quando o Pastor Alemão nos agraciou com a sua visita. No que me toca, não quero nenhuma acção cultual de massas nas nossas praças públicas. Existem espaços próprios para as liturgias de todas as seitas religiosas, não se englobando naqueles o Terreiro do Paço ou a Praça do Sol. Cada macaco no seu galho.

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