Separar as águas

Aplaudo o ataque recente às agências, mas estou céptico quanto à intenção subjacente ao discurso político que se forma em torno do assunto. Espero que não nos confundamos.

Por muito que não goste da Moody’s e outras agências de rating, assusta-me que de repente se atribua a culpa da crise internacional a estas e não a quem verdadeiramente compete (a banca e o interesse corporativo internacional). As respostas dos dirigentes europeus vão muito nesse sentido, lavando as mãos de um assunto que é claramente responsabilidade da especulação de mercado.

De resto, faço minhas as palavras da Sofia Gomes.

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