Uma iniciativa em que vale a pena participar. Numa economia fundada na exploração da força de trabalho de outrem, o mínimo que os trabalhadores podem reivindicar é, precisamente, o direito ao trabalho. Ainda assim, o desemprego é parte integrante do capitalismo, tanto conjuntural como estruturalmente. Qual a resposta a esta contradição? Discutir, organizar, lutar.
Que este seja o primeiro passo em direção a algo que já existe em outros países: uma associação de desempregados, que incorpore não somente uma funcionalidade de apoio nas dificuldades quotidianas dos que não possuem emprego, mas também cumpra um papel reivindicativo, tendo em vista uma economia e uma sociedade onde o pleno emprego não seja apenas uma miragem agitada em discursos de ocasião.
Dia 1 de Março, 19:00, na sede da UMAR, em Alcântara, Rua da Cozinha Económica, Bloco D.
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